Publicado 27/06/2018 09:57
Pesquisa pré-eleitoral, divulgada no finde, traz pouca novidade mas reitera algumas expectativas de observadores sabichões. A primeira delas é o grande número de votos brancos, nulos ou para nenhum candidato, que chegam a 30%, o que é uma lástima e mostra o descontentamento e a falta de conexão dos eleitores com a política. Campeões O emplumado Paulo Bauer (PSDB) e o turco-careca Esperidião Amin (PP) despontam nos cenários onde são citados, mas também não fazem feio quando se observa a rejeição. De olho Nas intenções de voto circulam na casa dos 25% e na rejeição Amin emplaca 26% na pesquisa e Bauer 20%. Perdem nesse quesito para o vermelhinho Décio Lima (PT), que teve 35% de entrevistados dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Empatados No grupo que vem abaixo dos melhores colocados nas intenções estão o próprio Décio Lima, Mauro Mariani (MDB) e Gelson Merisio (PSD), que num cenário sem Amin e nem Bauer ficam empatadinhos na casa dos 14%. Coligações Como sempre acontece na Santa & Bela Catarina desde que o saudoso bigodudo Luiz Henrique da Silveira inventou a tríplice aliança, quem vai com quem para a eleição é que vai definir melhor o cenário para este ano. Nesse quesito, o PP de Amin já declarou juras de amor com o PSD de Merisio, que tem ainda o PSB de Paulinho Bornhausen afinado. Outras Sabe-se pelo que foi até aqui divulgado que o MDB de Mariani e Pinho Moreira vai ter candidatura própria, no caso Mariani, e que o PSDB de Paulo Bauer também diz que quer porque quer cabeça de chapa. Talvez… À esquerda, Décio desponta como o melhor nome. Talvez, então, as eleições estatuais deste ano apontem um cenário com quatro candidaturas de grandes agremiações, diferentemente da polarização das últimas eleições catarinenses. Talvez não O fato é que a decisão sobre quem se acasala, ops, coliga com quem e as pesquisas que se sucederem às convenções é que darão um cenário mais confiável do que podemos esperar para este ano. O prazo final para as convenções partidárias é 5 de agosto. Então, para o momento, segue a Copa do Mundo. Lá de riba Não podemos esquecer que as coligações em nível federal devem influenciar as coligações nos estados. E lá por cima tá tudo bem indefinido ainda. A propaganda eleitoral terá 37 dias e começa em 31 de agosto. Quem? Depois vêm as eleições e o segundo turno. E a sensação de que é muito pouco tempo de discussão e apresentação de propostas para se decidir sobre coisa tão importante quanto quem nos governará. Quem?
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Publicado 23/03/2026 19:48