Publicado 31/05/2018 12:01
Balneário Camboriú, 30 de maio de 2018 Boa tarde JC Realmente, em uma entrevista a um veículo de informação pedi para as pessoas evitarem doações de roupas, colchões, cobertores às pessoas em situação de rua. Espero que analise enquanto jornalista estas informações: • Temos uma casa de acolhimento com até 25 lugares; • Fornecemos a troca de roupas, calçados, banho, alimento e pernoites; • Além disso é dada a oportunidade de uma mudança de vida, conforme o livre arbítrio de cada morador de rua, podendo ser encaminhado para sua cidade de origem junto dos seus parentes, também se não tiver parentes em outra cidade é oferecida a possibilidade de inserção no mercado de trabalho através do Sistema Municipal de Emprego – SIME, da nossa Secretaria, ou, caso exista dependência química e a vontade de uma mudança de vida, o encaminhamento para uma Comunidade Terapêutica para tratamento; • Todos os dias, saímos às ruas e encontramos as doações, conforme fotos em anexo feitas nos últimos dias; • Quando alguém recebe isto tudo nas ruas, está recebendo uma mera doação, sem nenhum outro tipo de encaminhamento, o qual contribui com sua permanência nas ruas. Neste sentido, se a população não fizer esse tipo de doação, espera-se que aceitem a ajuda do Resgate Social, não só para receberem roupas e alimentos, mas sim para terem a possibilidade de uma mudança na história de vida. Luiz Maraschin Secretário de Desenvolvimento e Inclusão Social
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