Publicado 09/04/2018 14:18
Repercutiu na capital do marreco assado a denúncia do pré-candidato a deputado estadual pelo PSOL de Brusque e Itajaí, o historiador Álisson Castro, realizada na Rádio Cidade AM. Negociar No final da entrevista Castro soltou um áudio onde um cargo comissionado propõe negociar a redução da jornada de trabalho do setor onde ele atua de 8h para 6h em troca do silêncio do psolista. MP No dia anterior à entrevista. Castro havia enviado os áudios ao Ministério Público, denunciando assédio moral e uso da máquina pública para fins políticos por parte desse cargo comissionado. Ameaça de morte Quando o cargo comissionado soube que o psolista havia reproduzido o áudio ao vivo em entrevista na Rádio, ele ficou possesso e ameaçou Álisson Castro de morte. Castro registrou B.O., por ameaça. Intimidar Com base nos áudios o Ministério Público convocou o cargo comissionado a prestar esclarecimentos na tarde da última quinta-feira. Após retornar à Fundação Cultural, o cargo comissionado começou a interrogar de forma intimidante os servidores da pasta convidando-os a entrar em uma sala e trancando a porta, não dando amostras de que tenha entendido o que é assédio moral. Solidariedade Diversos servidores, inclusive os que já haviam sido vítimas do brucutu descontrolado, entre eles cargos comissionados, temporários e servidores efetivos, assinaram um documento endereçado à Diretora da Fundação Cultural de Brusque afirmando terem sofrido ou presenciado situações envolvendo assédio moral por parte do cargo comissionado e se posicionando solidários a Castro. Qui coisa, meu povo! Foto (Divulgação)
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