Por Mara Graf - maragraf@gmail.com
Mara Graf é pedagoga de formação, terapeuta de profissão e escritora de coração. Criadora do blog Papo Terapêutico, compartilha reflexões sobre bem-estar e autoconhecimento no cotidiano
Publicado 17/05/2026 09:58
Alterado 17/05/2026 13:54
Descobrir-se é um ato de alegria. É como abrir um espelho que não reflete apenas a aparência, mas também a essência. Cada fio de memória, cada gesto de vitalidade, cada silêncio e cada canto revelam quem somos. Este poema é um retrato em palavras — uma celebração da presença que permanece e da beleza de ser inteira.
Eu sou
Eu sou cabelos de prata,
histórias que o tempo bordou,
memória viva em cada fio,
sabedoria que floresce.
Eu sou lenço colorido,
chama que dança no peito,
vitalidade que insiste,
alegria que não se apaga.
Eu sou olhar direto,
ponte entre mim e o mundo,
verdades sem disfarces,
força serena que se revela.
Eu sou silêncio e canto,
sou raiz e voo,
sou mulher inteira,
sou presença que permanece.
Essa sou eu.
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