Por Dr. André Vicente D'Aquino - andredaquino@hotmail.com
Publicado 27/03/2025 11:02
A relação entre imunidade e transtornos do neurodesenvolvimento, mais conhecido como TEA ou autismo, existe, já tem artigos médicos que evidenciam esse fato e nós veremos, cada vez mais, os tratamentos médicos abordarem e incluírem essa análise e tratamento.
O autismo, em especial, tem sido alvo de múltiplos estudos que mostram a presença de um estado inflamatório crônico de baixo grau em grande parte dos pacientes — especialmente em subgrupos com marcadores imunológicos alterados.
No autismo a neuroinflamação é um dos pilares fisiopatológicos do espectro e essa hipótese já está provada, e é exatamente nesse cenário que a naltrexona em baixa dose (LDN) ganha protagonismo.
A LDN regula a liberação de endorfinas e modula o sistema imune, reduzindo a liberação de citocinas pró-inflamatórias.
Resultados de estudos clínicos e observacionais já indicam benefícios concretos em crianças com TEA, o que confirmamos na clínica em autistas com PERFIL IMUNOLÓGICO:
▪️Redução de impulsividade e hiperatividade
▪️Melhora da comunicação social
▪️Regulação do humor e cognição
▪️Normalização da razão CD4/CD8
▪️Aumento da resposta imune antiviral (células NK)
▪️Redução de episódios infecciosos recorrentes
Procure sempre se informar e busque orientação médica de qualidade para você e para os seus!
Dr. André Vicente D'Aquino @dr.andredaquino (47) 3508.1000 - Médico - CRM/SC 9970, RQE 16764 - Membro da American Society of Regenerative Medicine e da Associação Brasileira de Medicina Integrativa e Biorregulação - Vice-Presidente da SOBOM - Sociedade Brasileira de Ozonioterapia Medicina
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