Por Dr. André Vicente D'Aquino - andredaquino@hotmail.com
Dr. André D'Aquino - médico CRM 9970 - RQE 16764 - Prevenção e promoção da saúde e bem-estar Instagram: @dr.andredaquino | Contato: (47) 3508-1000
Publicado 14/05/2026 12:47
O sol diminui. A vitamina D também. E o seu corpo sente essa conta silenciosamente.
Você já percebeu que no inverno o cansaço parece diferente?
A disposição cai. O humor muda. As dores aumentam. As gripes aparecem com mais frequência. O sono piora. E muita gente acha que isso é apenas “normal da estação”.
Mas existe um fator biológico extremamente comum por trás desses sintomas: a deficiência de vitamina D.
Estudos mostram que grande parte da população brasileira apresenta níveis insuficientes desse nutriente — situação que costuma piorar durante os meses frios, quando reduzimos drasticamente a exposição solar.
E lembre-se, a vitamina D funciona como um hormônio. Apesar de ser chamada de “vitamina”, ela atua no organismo como um hormônio esteroide, participando de centenas de processos biológicos relacionados à sua imunidade, ao seu metabolismo ósseo, a sua força muscular, a sua saúde cardiovascular, a sua função cerebral, regulação inflamatória e equilíbrio hormonal.
Quando seus níveis caem, o organismo inteiro sente.
E no inverno isso acontece com mais intensidade por alguns motivos simples: menor exposição ao sol, mais tempo em ambientes fechados, menor incidência de radiação UVB, roupas cobrindo maior parte da pele!
Resultado: o corpo produz menos vitamina D — e muitas pessoas permanecem deficientes sem saber.
A deficiência costuma agir lentamente e de forma silenciosa.
Veja alguns sinais frequentes:
• Cansaço persistente
• Dores musculares e articulares
• Infecções respiratórias recorrentes
• Queda de cabelo
• Fraqueza muscular
• Alterações de humor
• Irritabilidade
• Sono ruim
• Dificuldade de memória e concentração
• Piora de dores crônicas
Muitas pessoas realizam o exame e recebem a informação de que os níveis estão “normais”. Mas existe diferença entre noveis metabólicos normais e nível ideal de saúde.
Na medicina, frequentemente observamos que níveis laboratoriais considerados “aceitáveis” podem ainda estar abaixo do ideal clínico individual.
Por isso, a interpretação deve sempre considerar: sintomas, histórico clínico, estilo de vida, inflamação, metabolismo, composição corporal e saúde imunológica.
Vamos de dicas objetivas:
Mesmo no inverno, alguns minutos de exposição solar diária ajudam — especialmente entre 10h e 14h.
Peixes gordurosos, gema de ovo e cogumelos contribuem, embora raramente sejam suficientes isoladamente.
Em muitos casos, uma suplementação é necessária — personalizada e acompanhada adequadamente, evitando tanto deficiência quanto excesso.
Prevenção continua sendo a forma mais inteligentes de cuidar da saúde.
Lembre-se: cuide da sua saúde física e mental. Fique atento e busque equilíbrio!
Não desanime — tenha força, garra e determinação.
Não hesite em procurar um médico de sua confiança, e se ainda assim você seguir com dúvidas ou dificuldades, me chame que te auxilio nessa jornada de saúde!
Dr. André Vicente D’Aquino - Médico CRM/SC 9970, RQE 16764 - Membro da American Society of Regenerative Medicine e da Associação Brasileira de Medicina Integrativa e Biorregulação - Vice-Presidente da SOBOM - Sociedade Brasileira de Ozonio MedicInal
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Publicado 13/05/2026 19:38